23 de abr. de 2007

Salve Jorge!




São Jorge, meu São Jorginho da Capadócia,

Ogunzinho querido do meu coração,

Eu prometo que andarei bem vestida e até penteada, depilada, com unhas feitas e boca pintada para que o senhor dê um toque nos seus amigos-gatos que, tendo pés me alcancem, tendo mãos me peguem, tendo olhos me vejam, e nem em pensamento eles possam voltar pras mocréias de suas exs depois de sair comigo.


Malucos, casados e (e)namorados-de-outrem o meu corpo não alcançarão; facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar (mas a gente pode avaliar caso a caso essa questão das cordas, que vai que eu resolvo fazer rapel?).


Glorioso São Jorge, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel cavalo branco os últimos 3 homens solteiros sem exs, heterossexuais, bonitos, ricos, inteligentes e bem-humorados da face da Terra fiquem humildes e submissos a vós. A nós, digo!


Amém e saravá.

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